Escolhas pessoais
Por que escolhemos o que escolhemos? O que existe por trás das nossas intenções?
Você já parou para pensar por que tomamos certas decisões? Às vezes acreditamos que somos 100% donos da nossa vontade, mas a verdade é que as nossas intenções são como um iceberg: o que vemos na superfície é apenas uma pequena parte do que realmente está acontecendo na nossa mente.
De onde vem a nossa vontade?
Nossas escolhas nascem de uma mistura entre o que sentimos e o que pensamos. O problema é que o nosso cérebro é mestre em nos enganar. Muitas vezes, nós agimos por impulso ou por um hábito antigo e logo em seguida, a nossa mente "inventa" uma explicação lógica para justificar o que fizemos.
É como se o inconsciente decidisse primeiro e a nossa consciência apenas desse uma desculpa bonita para a escolha não parecer sem sentido. Existe um ditado que diz: "De boas intenções o inferno está cheio". E, na prática, isso faz muito sentido. Nem sempre uma boa intenção gera um bom resultado.
Às vezes, tentamos ajudar alguém e acabamos atrapalhando. Isso acontece porque focamos tanto no que nós achamos que é o certo, que esquecemos de olhar para o que a outra pessoa realmente precisa. Um exemplo comum é quando tentamos resolver todos os problemas de alguém querido, a intenção é poupar a pessoa de sofrer, mas o resultado é que impedimos que ela aprenda e cresça com os próprios desafios.
Você está ajudando os outros ou alimentando o ego? Esta é a pergunta mais difícil quando ajudamos, estamos sendo generosos ou apenas queremos nos sentir bem com nós mesmos? A ciência mostra que ajudar o próximo ativa áreas de prazer no cérebro. É o chamado "prazer de ajudar". Isso não é ruim, mas existe uma linha tênue.
Vamos identificar a ajuda Real quando você foca no bem-estar do outro, mesmo que ninguém fique sabendo. E alimentando o Ego é quando você ajuda esperando reconhecimento, ou quando faz questão de que todos vejam como você é uma "pessoa boa". Muitas vezes, a nossa intenção de ajudar é no fundo, uma tentativa de aliviar o nosso próprio desconforto ao ver alguém sofrendo. Ou seja, ajudamos para que nós paremos de nos sentir mal.
Você já parou para pensar por que tomamos certas decisões? Às vezes acreditamos que somos 100% donos da nossa vontade, mas a verdade é que as nossas intenções são como um iceberg: o que vemos na superfície é apenas uma pequena parte do que realmente está acontecendo na nossa mente.
De onde vem a nossa vontade?
Nossas escolhas nascem de uma mistura entre o que sentimos e o que pensamos. O problema é que o nosso cérebro é mestre em nos enganar. Muitas vezes, nós agimos por impulso ou por um hábito antigo e logo em seguida, a nossa mente "inventa" uma explicação lógica para justificar o que fizemos.
É como se o inconsciente decidisse primeiro e a nossa consciência apenas desse uma desculpa bonita para a escolha não parecer sem sentido. Existe um ditado que diz: "De boas intenções o inferno está cheio". E, na prática, isso faz muito sentido. Nem sempre uma boa intenção gera um bom resultado.
Às vezes, tentamos ajudar alguém e acabamos atrapalhando. Isso acontece porque focamos tanto no que nós achamos que é o certo, que esquecemos de olhar para o que a outra pessoa realmente precisa. Um exemplo comum é quando tentamos resolver todos os problemas de alguém querido, a intenção é poupar a pessoa de sofrer, mas o resultado é que impedimos que ela aprenda e cresça com os próprios desafios.
Você está ajudando os outros ou alimentando o ego? Esta é a pergunta mais difícil quando ajudamos, estamos sendo generosos ou apenas queremos nos sentir bem com nós mesmos? A ciência mostra que ajudar o próximo ativa áreas de prazer no cérebro. É o chamado "prazer de ajudar". Isso não é ruim, mas existe uma linha tênue.
Vamos identificar a ajuda Real quando você foca no bem-estar do outro, mesmo que ninguém fique sabendo. E alimentando o Ego é quando você ajuda esperando reconhecimento, ou quando faz questão de que todos vejam como você é uma "pessoa boa". Muitas vezes, a nossa intenção de ajudar é no fundo, uma tentativa de aliviar o nosso próprio desconforto ao ver alguém sofrendo. Ou seja, ajudamos para que nós paremos de nos sentir mal.
Como fazer escolhas melhores?
Para não cair nessas armadilhas da mente, o segredo é o questionamento. Antes de agir "com boas intenções", tente olhar para fora e pergunte-se: eu estou fazendo isso por mim ou pela pessoa? Essa pessoa me pediu ajuda ou eu estou invadindo o espaço dela? Minha escolha vai trazer um benefício real ou é apenas para eu me sentir um "herói"?
Entender que nem toda intenção é pura nos ajuda a sermos mais humildes e principalmente, mais eficientes nas nossas relações e escolhas de vida.
No fim das contas, entender o que nos move não serve para nos sentirmos culpados pelas nossas motivações ocultas, mas para nos dar clareza. É humano sentir-se bem ao ajudar e é natural que o ego queira uma pitada de satisfação. O problema não é o prazer que sentimos, mas sim quando esse prazer se torna o único objetivo da nossa "bondade".
Reprodução
Divulgação
Débora Máximo é influencer e graduanda em Psicologia
Para não cair nessas armadilhas da mente, o segredo é o questionamento. Antes de agir "com boas intenções", tente olhar para fora e pergunte-se: eu estou fazendo isso por mim ou pela pessoa? Essa pessoa me pediu ajuda ou eu estou invadindo o espaço dela? Minha escolha vai trazer um benefício real ou é apenas para eu me sentir um "herói"?
Entender que nem toda intenção é pura nos ajuda a sermos mais humildes e principalmente, mais eficientes nas nossas relações e escolhas de vida.
No fim das contas, entender o que nos move não serve para nos sentirmos culpados pelas nossas motivações ocultas, mas para nos dar clareza. É humano sentir-se bem ao ajudar e é natural que o ego queira uma pitada de satisfação. O problema não é o prazer que sentimos, mas sim quando esse prazer se torna o único objetivo da nossa "bondade".
Reprodução
Divulgação
Débora Máximo é influencer e graduanda em Psicologia

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