NeuroArquitetura: ação humana, mais efetiva e espaços saudáveis
Conceito vai além dos aspectos psicológicos e comportamentais
Criar espaços personalizados, saudáveis e funcionais, a partir do uso de recursos como iluminação, cores e biofilia para aumentar o bem-estar, a produtividade e a saúde mental daqueles que vão frequentar o lugar. Assim age a NeuroArquitetura, que contempla a união da neurociência com o design de interiores e arquitetura, analisando como o ambiente em questão impacta o cérebro humano, comportamentos e emoções.
Segundo descreve a arquiteta Dorys Daher (www.dgarquitetura.com.br), que comanda seu escritório em Ipanema, no Rio de Janeiro, a NeuroArquitetura representa uma abordagem inovadora. "Ela transcende as fronteiras disciplinares, amplia o entendimento sobre a nossa relação ao ambiente que habitamos e explora a fundo esse princípio norteador da arte de projetar", considera a profissional.
De fato, as recentes transformações tecnológicas - em particular no campo da neurociência - tem possibilitado a criação de espaços eficientes, capazes de gerar impactos positivos naqueles que os ocupam. A NeuroArquitetura vai além dos aspectos psicológicos e comportamentais: atinge reações fisiológicas do organismo diante do ambiente construído.
"Há estudos que mostram reflexos comportamentais em relação às nossas emoções e também na memória, no desenvolvimento, na percepção, no envelhecimento e nosso bem-estar como um todo no dia a dia", acrescenta Dorys Daher.
Ao criar ambientes humanizados vários aspectos são levados em conta; e isso vale para espaços comerciais, residências e ambientes comunitários. Por exemplo, o design de escolas, pode incorporar elementos que estimulem a aprendizagem e o desenvolvimento por parte dos alunos, bem como o bem-estar e o apoio à performance dos professores. Já no ambiente hospitalar, o design pode conceber o incentivo à recuperação e experiências mais positivas por parte dos pacientes, sem esquecer do bem-estar e melhor performance das equipes que os atendem.
"Enfim, a NeuroArquitetura não projeta ambientes eficientes baseados apenas em parâmetros técnicos de legislação, ergonomia e conforto ambiental, mas também em índices subjetivos como emoção, felicidade e bem-estar", afirma a arquiteta Dorys Daher.
Fotos: Divulgação
Portaria por onde passam carros e pedestres, em transformação de um prédio comercial em residencial
Dorys Daher comanda escritório de Arquitetura no Rio de Janeiro
Segundo descreve a arquiteta Dorys Daher (www.dgarquitetura.com.br), que comanda seu escritório em Ipanema, no Rio de Janeiro, a NeuroArquitetura representa uma abordagem inovadora. "Ela transcende as fronteiras disciplinares, amplia o entendimento sobre a nossa relação ao ambiente que habitamos e explora a fundo esse princípio norteador da arte de projetar", considera a profissional.
De fato, as recentes transformações tecnológicas - em particular no campo da neurociência - tem possibilitado a criação de espaços eficientes, capazes de gerar impactos positivos naqueles que os ocupam. A NeuroArquitetura vai além dos aspectos psicológicos e comportamentais: atinge reações fisiológicas do organismo diante do ambiente construído.
"Há estudos que mostram reflexos comportamentais em relação às nossas emoções e também na memória, no desenvolvimento, na percepção, no envelhecimento e nosso bem-estar como um todo no dia a dia", acrescenta Dorys Daher.
Ao criar ambientes humanizados vários aspectos são levados em conta; e isso vale para espaços comerciais, residências e ambientes comunitários. Por exemplo, o design de escolas, pode incorporar elementos que estimulem a aprendizagem e o desenvolvimento por parte dos alunos, bem como o bem-estar e o apoio à performance dos professores. Já no ambiente hospitalar, o design pode conceber o incentivo à recuperação e experiências mais positivas por parte dos pacientes, sem esquecer do bem-estar e melhor performance das equipes que os atendem.
"Enfim, a NeuroArquitetura não projeta ambientes eficientes baseados apenas em parâmetros técnicos de legislação, ergonomia e conforto ambiental, mas também em índices subjetivos como emoção, felicidade e bem-estar", afirma a arquiteta Dorys Daher.
Fotos: Divulgação
Portaria por onde passam carros e pedestres, em transformação de um prédio comercial em residencial
Dorys Daher comanda escritório de Arquitetura no Rio de Janeiro

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