Quando o morar se abre ao encontro - por ContTi Home Design
Por que áreas coletivas bem pensadas estão redesenhando a vida nos condomínios residenciais
First: ambientação por Mariana Pesca Arquitetura e paisagismo por Ana Trevisan Espaços Vivos (foto: Rafael Ribeiro).
A rotina urbana vem deslocando o sentido da casa. Morar deixou de ser apenas recolher-se ao fim do dia e passou a envolver experiências compartilhadas que acontecem dentro do próprio empreendimento. Áreas comuns deixam de cumprir um papel protocolar e assumem funções que atravessam o bem-estar, a convivência e a construção de vínculos cotidianos. Em projetos recentes, em Florianópolis/SC, esses espaços aparecem como extensões da morada, pensados para o uso real, para o tempo desacelerado e para encontros que surgem sem agenda.
A seguir, quatro empreendimentos ajudam a entender como o desenho dos espaços coletivos pode antecipar o futuro do morar residencial. Em todos eles, o mobiliário externo assume papel decisivo, ao articular conforto, resistência e leitura estética dos ambientes. As peças da Contti Home Design são utilizadas como ferramentas de projeto, organizando fluxos, definindo áreas de estar e incentivando o uso cotidiano das áreas abertas. Pensadas para suportar sol, vento e umidade, sem abrir mão de desenho e proporção, elas contribuem para transformar espaços comuns em lugares de permanência, onde a funcionalidade sustenta a experiência de convívio.
Entre a paisagem e o convívio em Jurerê
Bellini, Florianópolis
Assinado por: Raphael Bohrz
No Bellini, em Jurerê, as áreas sociais externas foram concebidas como espaços de encontro em diálogo direto com a paisagem. O projeto organiza piscina, estar e salão de festas ao ar livre de forma contínua, favorecendo a permanência e o uso compartilhado ao longo do dia. O mobiliário reforça essa lógica ao estruturar diferentes modos de ocupação, com peças da Contti Home Design como a mesa Laguna, as cadeiras Coral e as poltronas Indaiá, protagonistas de encontros informais e refeições coletivas sempre voltadas ao convívio e à vista.
Um rooftop como praça suspensa
La Spezia, Florianópolis
Assinado por: Marco Antonio Medeiros
No La Spezia, o rooftop assume papel central na vida do condomínio. Piscinas, áreas gourmet, lounges e espaços de descanso se articulam como uma praça elevada, pensada para o uso diário. O mobiliário contribui para essa leitura contínua, com peças como a espreguiçadeira Buriti, a mesa de jantar Allegra e a poltrona Cassis, distribuídas de forma a favorecer encontros informais e a convivência prolongada, sempre em diálogo com a paisagem da cidade.
Texto: Casa de la Gracia
A área comum como extensão da casa
Mirá, São José
Assinado por: Bi. Ju Arquitetura
No Mirá, as áreas coletivas foram desenhadas com a mesma atenção dedicada aos interiores dos apartamentos. A proposta parte da ideia de uso cotidiano, com layouts flexíveis e relação constante com a paisagem. O mobiliário da Contti atua como elemento organizador do espaço, com sofás modulares, mesas de centro e espreguiçadeiras que permitem rearranjos frequentes, estimulando encontros espontâneos e diferentes formas de permanência ao longo do dia.
Viver junto em um eixo urbano estratégico
First, por Mariana Pesca Arquitetura/Schneider Martins/Ana Trevisan Espaços Vivos (Foto: Rafael Ribeiro)
First, Florianópolis
Assinado por: arquitetura Schneider Martins, interiores Mariana Pesca Arquitetura e e paisagismo por Ana Trevisan Espaços Vivos
Implantado ao longo da SC-401, o First propõe áreas comuns que acompanham os novos ritmos da cidade. Boulevard, café, espaço gourmet e cobertura com terraço, sky bar e piscina funcionam como ambientes híbridos, onde trabalhar, encontrar e descansar coexistem. O mobiliário reforça a unidade do projeto, com peças como o sofá Carmel, a poltrona Breeze, de Maurício Bomfim, e a mesa Uni, que sustentam diferentes usos e ampliam o tempo de permanência nos espaços compartilhados.
Divulgação: Casa de la Gracia Comunica





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